Peter Troy dropa no chat do Portal Terra

O australiano, responsável pela introdução do surf moderno no Brasil, conversa com a galera nesta quinta-feira (12/09) às 19 horas.

 

Para participar do chat, clique aqui .

 

Troy é o responsável pela introdução do surf moderno no Brasil em meados de 64.

 

Ele veio para o Rio de Janeiro passando pela Amazônia, depois de disputar um campeonato internacional no Peru.

 

O surfista australiano revolucionou o esporte na época, pois surfou com uma prancha de  fiberglass no Arpoador, Rio de Janeiro.

 

Até então, a maioria dos surfistas conheciam apenas os madeirites, que são muito mais pesadas.
 
Cerca de 38 anos, após a revolução que Troy causou no esporte no Brasil, ele voltou  para uma série de eventos promovidos pelo consulado australiano, o Austrália Green Festival.

 

A embaixada e o consulado do país apostaram na presença do Peter para agitar seu evento anual, que promove intercâmbio comercial e cultural entre Brasil e Austrália.

 

Seu conhecimento no esporte chamou a atenção de milhares de pessoas, que nunca tinham visto uma prancha de fibra na década de 60.

 

Depois que o surfista deu seu show no Arpoador, no Rio de Janeiro, o surf brasileiro passou a se desenvolver profissionalmente.
 
Peter teve seus primeiros passos no surf em 1948, quando tinha oito anos. Em 1956 participou das Olimpíadas de Salva-vidas da Austrália, onde esteve em contato com surfistas norte-americanos e decidiu viajar pelo mundo praticando o esporte.

 

Antes de vir para o Brasil, ele fez um tour por diversos países, começando pela Europa e percorrendo todos os continentes. Seu lema era conhecer o mundo.

 

Para enviar sua pergunta antecipadamente, clique aqui .

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)