
“A esperança venceu o medo”. E foi assim que as coisas se encaminharam…Todos em reflexão nessa virada de ano, planos, projetos, realizações… Isso é o que conta…
Estamos no meio de uma transição que custou um pouco para chegar, mas nunca é tarde. O Brasil está numa nova era, assim como o mundo e o surf… A capacidade de prever o que vai acontecer é o que difere os rápidos dos normais.
De um ano para cá, as empresas de fora do surf estão querendo usar bem mais a imagem e o marketing proveniente do ‘esporte dos reis’.
A Petrobras parece sólida e firme para o apoio iniciado em 2002 (surf pro, long, boodyboard, surf feminino) para os próximos anos. A nossa gigante parece que nos abriu as portas porque eles precisam muito mais do que nós dessa parceria.

Quem sabe durará alguns bons anos e, se o retorno for bom (precisamos através desses gigantes ‘comprarmos’o espaço no caderno de esporte dos principais jornais do país), a satisfação deles será garantida e o aumento da premiação uma conseqüência.
Profissionalismo é divulgar os eventos pela televisão, revistas, rádio, internet. Isso tem que fazer parte de qualquer pacote a ser negociado e vendido – amador, profissional, qualquer um..
Está na hora das federações (principalmente a paulista) investirem no futuro e no crescimento do esporte, e contratar algum ‘expert’ de marketing esportivo para trabalhar esse lado comercial do surf – agora as empresas potenciais patrocinadoras serão outras e estaremos lidando com gente de fora do surf (e muitos serão engravatados leigos no assunto).

Deve ser uma abordagem altamente profissional, com projetos no power point, idéias inovadoras e utilização máxima do poder de ‘sedução’que o surf tem no mercado jovem.
Política é o que movimenta o mundo…
Temos que ter a postura correta para conquistar a verba que o surf necessita hoje para o sustento e o fluxo de caixa satisfatório e crescimento significativo, tanto nos eventos como nos patrocínios.
O surfe vai chegar num ótimo patamar no dia que os patrocínios forem grandes e os co-patrocínios forem as marcas de surfwear. Quem sabe dessa forma o dinheiro não chegue no bolso daquele que está atuando e se divertindo, mas ao mesmo tempo arriscando o pescoço e a vida…
Aloha!