De geração em geração

Pela tradição do feminino

O bodyboard brasileiro sempre foi um esporte em evidência, principalmente quando se fala na categoria feminina.

 

Mas o que aconteceu com um esporte que foi tão almejado nas décadas de 80 e 90?

 

Desde os primórdios do esporte, as meninas brasileiras sempre foram atração vitoriosa, com retorno garantido para todos que sempre investiam.

 

Essa hegemonia ainda continua. Novos talentos foram surgindo, meninas se jogando mundo afora, sempre levantando a bandeira brasileira dentro e fora d’água. 

 

Porém, o esporte em si teve seu foco desviado  para a categoria masculina, deixando órfã essa nova geração de meninas, que sem apoio tem dificuldade para prosseguir na carreira de “atleta profissional”. 

 

Uma paixão em comum pelo esporte fez  com que nossas guerreiras, mesmo sem o suporte necessário, nunca deixassem de desbravar o mundo fazendo o que mais gostam: viajar para lugares exóticos, surfar ondas perfeitas e explorar culturas jamais vividas por elas.

 

Como forma de homenagear as bodyboarders, selecionamos na galeria de fotos acima algumas atletas da nova geração e da época de “ouro” do esporte, meninas que sempre deixam seu rastro por onde passam.

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.