Com a competição paralisada nesta quarta-feira por falta de ondas em Imbituba, os atletas aproveitam para relaxar e curtir a tranqüilidade da região.

 

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Hospedado na praia de Ibiraquera, o carioca Pedro Henrique descansa e busca no contato com a família a motivação para trabalhar por um bom resultado na prova.

 

Estreante no WCT nesta temporada, Pedrinho, como é conhecido, ocupa atualmente a 41ª posição no ranking mundial. O melhor resultado dele foi um nono lugar na França.

 

Com isso, se não chegar nas finais na etapa brasileira e no Hawaii, corre sério risco de perder a vaga na elite mundial no ano que vem.

 

Para manter-se entre os Tops, o atleta conta com equipamento de ponta produzido especialmente para ele pelo conceituado shaper carioca Joca Secco.

 

?Esse campeonato é muito importante para mim, pois pode definir minha situação no circuito. Estou bem física e mentalmente, confiante nas minhas pranchas, só preciso reunir os elementos certos para passar as baterias?, comenta Pedro, campeão mundial sub 20 em 2000.

 

Acompanhado da esposa Carol e da filha de oito meses, ele não esconde a satisfação ao ter o dia livre para ficar com a família, já que passa a maior parte do ano fora de casa.

 

?É sempre bom curtir com elas quando posso, pois durante o ano esses momentos são raros. O WCT é muito competitivo e os adversários muito difíceis, mas vou lutar até o fim sem perder as esperanças, pois batalhei muito para chegar até aqui?, garante o atleta.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)