
O aumento do crowd atinge às praias do Rio de Janeiro de uma forma sacana, agora com cobrança de pedágio.
É para não chegar ao nível de Hawaii, dizem, onde a porradaria come solta. Então, cobram o pedágio de todos surfistas, até dos locais.
A taxa vai para não sei onde, a lenda é que a renda vai pra uma parada lá, não sei direito.
O valor depende da praia, ou você acha que é só estacionar a barca e dropar no pico sem ninguém pra apavorar?
Bem, seu eu fosse de fora, nem ia querer aparecer pra surfar nestes picos do Rio.
Grumari, Prainha e Macumba e arredores
Surf o dia todo (dias úteis) R$ 2.5 mil depois dos locais escolherem as melhores da série; fim-de-tarde na última luz arredonda pra três contos (o valor pode subir de acordo com o swell).
Longboard A partir de 6.5 rola um acréscimo por polegada. Se passar de 7.5, tem que dar lugar na fila para pranchas menores. Rola um acerto quando o mar está meio metro, série de meia hora para entrar e ondas bem gordas. Aí, chega a vez de entrar na água o prego.
Se for uma longboarder e aquela gostosa, deixa no prego, paga depois ou em até uma semana depois da queda.
Se o mar ficar clássico e alucinante ao longo do dia, os pregos são retirados na hora.
Barra-Pier
O preço do surf depende muito da cara do surfista. Já vi gente na minha frente pagar 100 reais para surfar duas ondas de meio metro!!! No Posto 4, o surf também tem um custo em torno dos cem ?barão?… mas num dia escroto sem muita fila pode até surfar de graça se levar uma irmã interessante… aí, vale até três dias de caída.
Surfistas e morey boogies que chegam em seis cabeças dentro de fusquinha ouvindo calipso e prancha com crosta cinza de parafina velha, vai ter que dar um jeito, pois dependendo da conversa, não pisa nem na areia.