Depois de dois meses afastado das competições, o australiano Joel Parkinson, 24, chega ao Brasil em busca de um bom resultado no Nova Schin Festival WCT Brasil.

 

Parko, como é chamado pelos amigos, rompeu os ligamentos do tornozelo no começo de setembro, durante um free-surf no Japão, enquanto treinava para a etapa do tour naquele país.

 

Atual 14o colocado no ranking, ele ficou dois meses se recuperando e acabou fora das etapas da Califórnia e França.

 

O atleta passou por um programa de recuperação em Casuarina, Austrália, e se diz pronto para retomar seu lugar na elite mundial.

 

?Estou muito feliz de voltar às competições. Já me sinto muito bem, meu tornozelo também está bom e preciso somente de algumas baterias para retomar o rip de competições?, comenta o atleta, que venceu sua bateria de estréia na praia da Vila.

 

Com notas 6.67 e 8.17 ele totalizou 14.84 pontos na quarta bateria do dia, derrotando o sul-africano Travis Logie, segundo colocado, e o catarinense Diego Rosa, convidado no evento.

 

?As ondas não estão tão boas e sabemos que a praia da Vila pode ficar bem melhor que isso. Mas foi bom para começar logo a prova, agora o jeito é torcer para o mar melhorar. Estou amarradão de sentir novamente o gostinho da vitória?, diz Parkinson.

 

No ano passado Joel chegou no Brasil como um dos candidatos ao título mundial. Este ano a situação é diferente e a disputa está entre Kelly Slater e Andy Irons, mas Parkinson aposta na vitória do amigo Mick Fanning, quarto colocado no ranking.

 

?Agora é tudo bem diferente. Ano passado as pessoas me olhavam, comentavam que eu era um dos candidatos, mas desta vez vim só para surfar e apreciar o show. Kelly e Andy estão promovendo uma bela briga, mas aposto minhas fichas no Mick (Fanning)?, analisa o aussie.

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