Paraíba: Ondas da resistência

Paraíba não tem só bons surfistas, mas também ondas surfáveis e campeonatos decentes.
 
O primeiro exemplo é Fábio Gouveia, que saiu de João Pessoa e conquistou vários títulos internacionais há mais de uma década.

 

Seu maior seguidor até hoje é Otávio Lima, que como ele, faz parte do circuito SuperSurf desde  sua criação.

 

Outra promessa é Jano Belo, mais um surfista profissional paraibano integrante da divisão de elite do esporte. Ou seja, mais um que leva na bagagem a experiência de ter surfado em sua aldeia para depois surfar o mundo.

 

As difíceis microondas do litoral de João Pesoa e os tubos da vizinha Baía Formosa foram importantes em conquistas internacionais do surf brasileiro por intermédio de Gouveia. E que sirva de exemplo para as novas gerações de João Pessoa.

 

Nos finais de semana ele se  jogava para Baia da Traição na busca de ondas na época enfrentando estrada de terra e o ônibus que às vezes empacava em alguns grotões do caminho.

 

Para completar não custa lembrar que o primeiro campeão Júnior Pan-americano também decolou de João Pessoa. Saulo Carvalho é um dos poucos a ostentar o título de campeão nordestino profissional – numa galeria com nomes como o pernambucano Hilton do Vale, o baiano Armando Daltro, o cearense Fábio Silva, entre outros.

 

 

 

 

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.