Operação de guerra na Bahia

Quem olha a estrutura do Billabong Costa do Sauípe WQS não faz idéia da operação de guerra armada para tornar viável a primeira etapa do circuito mundial na Bahia.

 

O responsável por toda a logística é Daniel Setton, mais conhecido como Dani Boi, que trabalha com organização e produção de eventos há 20 anos. ?Foi bem difícil colocar tudo isso em pé. Mas, felizmente tudo deu certo?, comemora.

 

Setton está na Bahia há mais de 25 dias com a missão de organizar todos os detalhes da prova. Inicialmente, ele atuou como consultor, prestando contas e assessorando gerentes de diversos setores do complexo hoteleiro.

 

Ele também cuidou da indicação dos fornecedores e empresas que atuam na manutenção da prova. No total, foram necessários 12 dias para montar a estrutura. No entanto, a chuva das últimas semanas atrapalhou um pouco o processo.

 

?A chuva foi o principal agravante, pois não parou de cair nos últimos 20 dias?. Além desta, outra dificuldade encontrada pela produção foi o fato de não ter como um caminhão chegar à praia, complicando o transporte da estrutura.

 

?O caminhão ficava a quase um quilômetro daqui. A galera teve que trazer tudo no braço mesmo. Somente ontem (segunda-feira) um trator deu uma força e permanecerá trabalhando nos próximos dias?.

 

Para montar toda a estrutura, foram mobilizadas cerca de 150 pessoas. Além do palanque principal, o evento conta com duas arquibancadas laterais para atletas, imprensa e convidados, bem como tendas de massagem e relaxamento.

 

O Billabong Costa do Sauipe WQS conta com o patrocínio da Costa do Sauípe e Billabong, co-patrocinio da Von Zipper e Kustom, apoio das lojas de surfwear Bali, Star Point, Central Surf, Overboard, Bleat Surf Shop, SP Surf, Mahalo, G-Zero, Surf Trip, KYW Boardstore e Uluwatu Surfstore e da Federação Baiana de Surf (FBS), com organização da ASP South America e divulgação oficial do programa Zona de Impacto do Sportv, Rádio Transamérica FM, Revista Fluir e site Waves.Terra.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)