
O trabalho de surfistas que há seis anos lutam para disseminar o ideário ecológico na comunidade do surfe está sendo reconhecido.
A ONG Entidade Ecológica dos Surfistas (Ecosurfi) está concorrendo ao Prêmio Comunidade em Ação 2006, promovido pelo jornal A Tribuna de Santos e pela Companhia Piratininga de Força e Luz (CPFL).
Nesta quarta-feira, o jornal A Tribuna publicou uma página sobre a Ecosurfi. Todas as quartas-feiras, desde abril, o jornal A Tribuna publica alguma ação voluntária. As reportagens serão publicadas até setembro, dando um total de 25 projetos selecionados, dos quais quatro serão premiados.
A Ecosurfi está concorrendo na categoria entidades, mas há ainda as categorias individual e grupos. O quarto será escolhido através de votação da própria comunidade.
No dia 8 de novembro acontecerá a premiação. O Prêmio é destinado a valorizar ações voluntárias de grupos ou pessoas que abdicam de seu tempo em benefício de causas sociais.
“É uma satisfação e uma alegria sem tamanho participar desse Prêmio. O reconhecimento pelo nosso trabalho demonstra que estamos tendo resultado e isso só nos motiva a lutar cada vez mais”, fala André Coimbra, diretor da Ecosurfi.
“Mesmo que não ganhemos, já estamos felizes. Há projetos muito bons concorrendo, como o “Reciclando a Favor da Vida” ou o “Lar das Moças Cegas”, que já existe há 63 anos”, declara João Ricardo Malavolta”, diretor de Educação Ambiental da ONG. “Agora só nos resta torcer e continuar atuando”, diz.
Para conhecer mais sobre o trabalho da Ecosurfi ou entrar em contato com a entidade, que tem sede em Itanhaém, no litoral sul de São Paulo, é só entrar no site Ecosurfi.org.
Comunidade em Ação – O Prêmio já está na quarta edição, premiando iniciativas desde 2003. O objetivo é divulgar ações voluntárias em prol de causas sociais e estimular, através da divulgação desses trabalhos, outros setores da sociedade civil a adotarem o mesmo caminho ao despertar na coletividade a importância dessas ações voluntárias em benefício de todos.
Podem se inscrever para o Prêmio tanto pessoas físicas, através de grupos, como pessoas jurídicas de direito privado, com atuação em qualquer município da Região Metropolitana da Baixada Santista. É preciso estar atuando há mais de um ano e não ter fins lucrativos.
Os vencedores serão escolhidos por uma comissão julgadora formada por cinco pessoas. Os membros serão um representante de A Tribuna, um da CPFL, um da diocese de Santos, um do Fundo Social de Solidariedade do Estado e um do Instituto Ayrton Senna. Cada um dos premiados receberá um troféu e uma placa.
A escolha dos premiados inclui diversos critérios. Serão avaliados o impacto social do trabalho realizado, o grau de mobilização e motivação que o trabalho gera na comunidade, o tempo abdicado na realização no trabalho desenvolvido, o ineditismo e a criatividade da ação em sua forma e aplicação e o potencial de multiplicação da idéia.
Para cada critério será dada um pontuação de 1 a 5, para se chegar nos quatro trabalhos
premiados. No site do Comunidade em Ação podem ser encontrados todos os que já estão concorrendo.