O melhor é estudar para não morrer na praia

Olá galera!
 
O mar subiu em Matinhos e estamos surfando altas ondas. No final do mês tem etapa do Paranaense Amador e eu quero estar bem, pois preciso vencer para continuar na briga pelo título.

Eu queria ter ficado no mar até a hora de ir para a escola, mas não deu. Não pude pegar o melhor horário, pois tinha aula de inglês.

Na escola, as aulas de inglês são muito fracas e como eu quero ir para Austrália o quanto antes, pedi para minha mãe e para o meu técnico para ter aulas particulares.

 

Então, uma professora vem duas vezes por semana na minha casa e fico estudando com ela. Acho que estou indo bem e quero aprender logo para poder me comunicar com surfistas de outros países.

Não tenho achado difícil. A professora me ajuda bastante e, com as músicas das bandas que eu curto, fica mais fácil entender.

Pelo que o Jihad (Kohdr) e o Peterson (Rosa) comentam, sem falar inglês não rola de  se dar bem no Circuito Mundial. O Jihad teve de parar de estudar, mas fala muito bem inglês. Ele viaja desde os 14 anos e aprendeu durante os campeonatos.

Minha professora acha que nos próximos dois anos vou estar melhor e com as
viagens vou aprendendo mais e mais.
 
beijos
 
Bruna
 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.