Câmera no bastão

Novo ângulo no longboard

Como quase todo jornalista, fotógrafo ou videomaker, sempre tive o problema de raramente ter uma session minha registrada, até que resolvi procurar formas de fotografar e filmar a mim mesmo.

Nesse sentido, as câmeras Go Pro, entre outras feitas para esportes, ajudaram muito e acabei adquirindo uma há alguns meses.

No final de tarde da última terça-feira, no Quebra-mar de Santos (SP), fiz um teste com a câmera presa a um bastão, na verdade um cabo de vassoura com um suporte feito para guidão.

A fórmula funciona muito bem para skate, tanto para filmar os outros como a si próprio, mas ainda não havia testado no mar.

Apesar das limitações, já que o equipamento dificulta a remada e prejudica um pouco o desempenho na onda, se o mar estiver pequeno dá pra captar imagens aproveitáveis.

A vantagem desse sistema sobre o que prende a câmera à prancha com um copinho no deck é a mobilidade, que permite variar o ângulo.

O resultado você confere no vídeo acima.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)