Neymara é vice no Flow Rider

Aconteceu nos dias 4, 5 e 6 de junho, na ilha de South Padre, Texas, EUA, o Flow Rider Contest, evento que acontece na onda que é considerada a maior onda artificial do mundo. O lugar é bem legal e turístico e faz um calor tremendo.

O Flow Rider tem ondas que podem chegar aos 3 metros. Existem vários tipos de Flow Rider no mundo e todos têm o mesmo padrão. Um paredão de concreto onde é jogado mais de 200 mil litros de água por minuto.

 

É isso que forma essa onda, que também é muito perigosa. Qualquer vacilo na queda pode custar alguns hematomas no corpo e até algumas torções. Graças a Deus ninguém se machucou e o evento foi maravilhoso, super fun.

 

Na categoria feminina, a texana Elizabeth Barrow ficou em primeiro lugar. Ela é especialista neste tipo de piscina e nunca surfou no mar, bem como o campeão masculino. Eu fiquei em segundo lugar.

 

No masculino, Ben Garret, do Texas, venceu e mandou também o melhor aéreo. No drop knee e stand up, Chris Granone, da Califórnia, foi o grande vencedor.

 

Só para dar uma noção da evolução do esporte, tem atletas completando até ARS neste tipo de onda. Há poucos anos isso era surreal.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)