Pequeno grande homem

Ned Jr testa foguete em sampa

Ned Jr testa sua nova prancha Genesis… Foto: Arquivo Pessoal .

Era um lindo dia de Setembro, numa terça-feira qualquer. Foi quando decidimos, eu e mais dois amigos (Fernando e Rodrigo), checar o litoral Norte em busca de boas fotos de bodyboard.

 

Inicialmente iríamos pro Guarujá, mas ventava muito forte por lá. Um amigo do Buco informou: “Esse vento é terral em maresa…”. Era o sinal que precisávamos!
 
Fazia um tremendo sol quando entramos na Rodovia Rio-Santos e a expectativa era de boas ondas e vento terral.

 

Quando chegamos no destino, lá estava o swell e, junto com ele, o vento terral! Decidimos checar um secret e demos sorte, estava rolando perfeito. No início, as ondas estavam meio fechando, mas aos poucos foi melhorando.

…e posa como sorridente garoto-propaganda da prancha líder de mercado. Foto: Arquivo Pessoal .

 

Melhorou tanto, que ficou perfeito, com séries insanas

de um metro servido na série. Pilotando uma prancha nova, fui testando até encontrar o ponto.

 

Peguei várias ondas da série, manobrei e ainda completei um rasgadão. Rolou até tubo, prancha boa é isso aí! Meu foguete andou muito para o primeiro dia.

 

Tudo isso graças as mãos mágicas de Roberto Vieira, shaper master da Genesis, que shapeia minhas pranchas desde 1986.

 

Um trabalho totalmente manual, pois minhas pranchas medem 77cm, são customizadas para um bodyboarder de 1.08m!
 
No final de tudo, aproveitamos bem o dia e fechamos o inverno com chave de ouro…

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.