Natal diferente no Hawaii

Olá galera!
 
Curti um Natal diferente! Aqui eles não comemoram como nós no Brasil.

Senti falta da véspera de Natal, do dia 24, quando todos se reúnem e abrem os presentes e depois rola a ceia.

 

Só no dia 25 é que tem uma ceia no almoço e os amigos e vizinhos entregam os presentes.

Mas, eu gostei porque peguei altas ondas. Conheci e surfei em Pipeline. Lá a onda é muito perto da areia, muito rápida e quebra no razinho.

 

Então, como tem muito crowd, no primeiro dia só

consegui surfar uma onda. No segundo dia, me posicionei melhor e dropei várias!

A onda realmente é muito show.

 

Eu não poderia ir embora sem surfar Pipeline. Sei que não estava grande, tinhas uns 6, 7 pés. Mas, todo mundo falava tanto…

 

Tem fotos nas revistas, matérias na TV e campeonatos acontecendo. Então, fui lá e surfei.

 

Também foi lá que tomei a minha maior vaca. Fui parar em outra praia e só não me machuquei porque o fundo no inside era de areia.

 

Depois fui conhecer Rock Point. É outra onda muito boa, mas o problema é o fundo de coral.

 

Já tenho algumas lembranças do Hawaii para levar para casa.

 

Mas, não me arrependo. Peguei umas dez esquerdas que nunca havia pego na vida. Não sei quantas manobras fiz num delas.
 
Agora estamos nos arrumando para ir surfar, mas já me falaram que o swell tá muito grande e eu não sei em que praia vamos cair.
 
Beijos
 
Bruna

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Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.