Gabriela Silveira

Na paz do Nordeste

Na correria do dia a dia nas grandes cidades, todos trabalham para ter uma boa qualidade de vida. Foi assim que os pais da curitibana Gabriela Silveira, 23, decidiram mudar para o Nordeste do país há dez anos.

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Depois de um curto tour pelas capitais da região, a cidade escolhida foi Natal, no Rio Grande do Norte. Até então, ir à praia era algo que acontecia somente nas férias de verão, mas com sol o ano todo, praias lindas e água quentinha, isso estava prestes a acabar.

“A principio, surf era uma brincadeira, mas eu nunca imaginava que se tornaria parte da minha vida”, diz Gabriela, que depois de um ano complicado de adaptação começou a surfar e participar das primeiras competições.

“No começo eu não gostava muito de competir, mas a competição foi algo que me ajudou a querer aprender a surfar cada vez mais”, conta.

E foi dessa maneira que as coisas mudaram de uma simples brincadeira para algo mais profissional. Gabriela é atleta há nove anos e durante esse tempo obteve bons resultados como o bicampeonato estadual potiguar, além de ser campeã brasileira universitária em 2008 e duas vezes vice-campeã universitária em 2011 e 2012.

Hoje, Gabriela é estudante de Ciências Biológicas na Universidade Federal do Rio Grande do Norte e além das competições faz fotos como modelo para a empresa que lhe patrocina.

Gabriela é patrocinada pela Greenish, possui o apoio das pranchas Beto Alves, Academia Ápice e Construtora Salt. Clique aqui para acompanhar o blog da atleta.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)