Musa de Bali encara as bancadas

Ela sofreu um acidente em março deste ano e teve fratura nas duas pernas e um achatamento numa das vértebras.
 
Veio para Bali em maio achando que seria difícil surfar naquela condição de recuperação pós-acidente.
 
Chegou meio acanhada, surfando de cantinho, pegando alguns rabinhos de onda, mas aos poucos foi pegando mais e mais confiança e viu que poderia arriscar alguns tubos.
 
Com o passar do tempo, no andamento da temporada, Gabi mostrou para si própria e para todos que estava recuperada e pronta para

pegar ondas insanas em todas as bancadas de Bali, inclusive as temidas G-land, em Java, e Desert Point, Lombok.
 
O que se viu na realidade foi uma assídua frequentadora dos picos – e do Wavescheck Indonésia também – cheia de garra, malícia para se colocar no line up, sempre totalmente atenta às conversas sobre como melhorar seu desempenho nas ondas balinesas.
  
Gabi é um exemplo de força de vontade.
 
Nada mais justo que conferir a essa linda gaúcha de natureza, criada nas praias de Ubatuba, o título de “Musa” de Bali no ano de 2004.
 
Bali ficou menos florida com sua partida.
 
O line-up, menos divertido.
 
Em compensação as ondas ficaram menos crowdeadas – ela pegava muitas.

Mas, com certeza os Deuses da Ilha também sentirão a falta dela e vão colaborar com todas as forças do Universo para que Gabi possa estar aqui na próxima temporada, alegrando ainda mais a Ilha dos Mil Templos.

 

Clique aqui para ver a galeria de fotos de Gabi, “Musa” de Bali 2004.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.