
O Oxbow Pro Longboard foi um marco na história do longboard feminino.
Pela primeira vez as mulheres puderam participar de um evento mundial e, consequentemente, demonstrar a evolução das estrelas do mar no esporte.
A apresentação das meninas foi um sucesso absoluto. Elas provaram ter muita coragem e competência, surfando ondas de até 1,5 metros.
Quem pensou que a mulherada iria amarelar e surfar nas espumas, teve uma surpresa.
A maioria das atletas conseguiu varar a

arrebentação e realizar manobras, como a campeã Cristiana Pires.
Ela conseguiu uma nota 8,5 na bateria final, que foi para a água antes da final masculina. Em segundo ficou a carioca Ângela Bauer; Patrícia Sodré ficou em terceiro, e a paranaense Sabrina Olas foi a quarta colocada.
Participaram do evento 16 atletas de diversas regiões do país.
Algumas garotas tiveram de deixar os filhos, marido e o trabalho para participar da

competição. Casos da gaúcha Tânia Candemil e da paulista Renata Magalhães.
Um dos momentos de maior companheirismo aconteceu na segunda semifinal, quando Thais Tedesco, local de Arraial do Cabo, teve de ser salva, no meio da bateria, por Ângela Bauer, que competia contra ela.
Ângela perdeu preciosos minutos da disputa, pois a cordinha de Thais se rompeu perto do canal e o pranchão dela foi parar nas pedras.