Mr. Bungle dá amansada em ” California “

#Após um hiato de quatro anos, está de volta a outra banda de Mike Patton, ex-vocalista do Faith No More. O Mr. Bungle sempre foi visto como o estranho projeto paralelo de Patton. Agora, com o fim do FNM, virou sua banda “majoritária”. “California” é o nome do novo álbum. Talvez pelo nome do já há entrega do jogo: uma mescla do experimentalismo do segundo álbum (“Disco Volante”) com o surf-rock-pop do Beach Boys. Foi-se o tempo em que Patton aclamava a masturbação e que dizia estar com seu traseiro pegando fogo. As músicas continuam com a complexidade característica do Mr. Bungle, só que um pouco mais acessível aos ouvidos não acostumados, dando um pouco a impressão de que você está no Hawaii ou em alguma praia famosa da Califórnia.
O Mr.Bungle finalmente amadureceu (musicalmente e emocionalmente). Em “California”, o Mr.Bungle tenta mostrar sua visão um tanto peculiar do pop rock. Músicas com “Vanity Fair” (minha favorita), “Retrovertigo” e a suicida “Pink Cigarrete” mostram isso. E como já foi dito antes, a influência dos Beach Boys fica mais evidente ainda em “Sweet Charity” e “Air-Conditioned Nightmare”. Mas o velho Bungle continua presente, como pode-se constatar em “Goodbye Sober Day”, “Ars Moriendi”, “Golem II” e “None Of Them Knew They Were Robots”. Sim, o espírito do velho Frank Zappa continua vivo na música do Mr. Bungle.
Bem, sou meio suspeito pra falar, mas este, na minha opinião, é o melhor álbum lançado este ano. É muito interessante por sua diversidade e complexidade. E eu tenho certeza de que quem curte FNM (ou já curtiu), vai gostar bastante desse álbum.

Pablo Fernandez produz o Bungle Weird – site brasileiro exclusivo sobre o Mr. Bungle: http://www.geocities.com/Eureka/Plaza/5837

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.