Califórnia

Moreno embarca à terra dourada

Acabo de voltar da Califórnia (EUA), um lugar mágico e que respira surf. As ruas são limpas, os carros respeitam sinalizações e pedestres. Bebida e cigarro são extremamente proibidos nas areias das praias e o lifestyle da cultura surf está presente em todos os lugares.

Avós, pais e netos surfam juntos e o respeito dentro do mar me surpreendeu. Ouvi muito que o localismo do pico era duro, mas os locais eram receptivos, principalmente quando eu disse que era do Brasil e morava na Bahia.

O museu do surf é bem legal, a história do esporte e contada com muitas imagens, pranchas, roupas, troféus e areia de diversas praias do mundo.

Se alguém estiver indo para Huntington Beach, leve um pouco da areia de sua praia preferida, pois ainda não tem areia brasileira no museu e tenho certeza que ficarão muito gratos pela contribuição. Huntington é um lugar especial daqueles que todo mundo deve conhecer antes de morrer.

 

Foto da capa Marcelo Bolão / Hbpix

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)