Molecada dita o ritmo em Durban

Júnior Faria segue na briga no Quiksilver Pro Africa 2007. Foto: Quikproafrica.com.

Nesta quarta-feira, rolaram as baterias complementares da segunda fase do Quiksilver Pro Africa 2007, etapa de nível 6 estrelas e status Prime do WQS que rola em New Pier, Durban, África do Sul.

 

Clique aqui para ver as fotos

Dos nove brasileiros que entraram em ação, seis avançaram nas ondas de meio metro e formação regular.

 

Destaque para a belíssima performance do paulista Robson Santos, autor de 15.73 pontos em vinte possíveis.

 

Havaiano TJ Barron solta o pé em New Pier, Durban. Foto: Quikproafrica.com.

Também seguiram na briga o catarinense Willian Cardoso, o paulista Júnior Faria,  o alagoano Tânio Barreto, o potiguar Danilo Costa e o carioca Yuri Sodré.

 

Foram eliminados o paraibano Fábio Gouveia e os paulistas Danylo Grillo e Hizunomê Bettero.

A prova foi reiniciada com a 13a bateria da segunda fase, vencida pelo japonês Masatoshi Ohno, que totalizou 13.50 pontos no duelo com Yuri Sodré (2o), Danylo Grillo (3o) e o sul-africano Frankie Oberholzer.

Em seguida, Júnior Faria somou notas 6.50 e 6.00 para vencer o francês Joan Duru, o aussie Mark Matthews e o sul-africano Gavin Roberts.

 

Na 16a bateria, o sul-africano Brandon Roberts bateu o alagoano Tânio Barreto, o japonês Izuki Tanaka e o paraibano Fábio Gouveia.

 

Robson Santos caiu na água no duelo seguinte e não deu chance alguma aos adversários. Com notas 8.50 e 7.23, ele atropelou o porto-riquenho Brian Toth, o norte-americano Brett Simpson e o sul-africano Clinton Gravett.

 

No 21o confronto, o catarinense Willian Cardoso avançou atrás do aussie Beau Mitchell, deixando os sul-africanos Brett Shearer em terceiro e Ryan Bissett em quarto.

 

Hizunomê Bettero e Danilo Costa tentaram uma dobradinha na penúltima bateria do dia, mas o norte-americano Brett Ettinger roubou a cena e avançou na primeira posição com 12.23 pontos.

 

Costa descolou notas 5.67 e 4.40, enquanto Bettero obteve 5.63 e 3.67. O paulista perdeu precisando de 4.45 para virar em cima do potiguar.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)