Mineirinho segue detonando em Huntington Beach

Depois de atropelar seus adversários nas duas primeiras fases do Lost Pro Junior, o paulista Adriano de Souza, o “Mineirinho”, voltou a brilhar em Huntington Beach, Calfórnia (EUA), palco do tradicional US Open de Surf.
   
No último domingo (27/07), em ondas de até 1 metro, o garoto manteve sua invencibilidade ao vencer mais duas baterias, desta vez pelo WQS masculino. A competição tem nível 6 estrelas e distribui US$ 125 mil em prêmios.
   
Em sua bateria de estréia, Adriano passou junto com o havaiano Cheyne Magnusson (2º), eliminando os aussies Mark Visser e Sam Page. Em seguida, o paulista avançou junto com o norte-americano Julian Mullins (2º), seguidos do australiano James Wood e do havaiano Cheyne Magnusson.
  
No terceiro round, “Mineirinho” encara os norte-americanos Josh Montgomery e Julian Mullins e o japonês Takamitsu Sinji. Os catarinenses Michel Flores e Jean da Silva estréiam nesta fase.
 

Michel terá como adversários o aussie Stephan Knowler, o japonês Tetsuya Urayama e o californiano Rob Machado, autor das melhores somatórias da competição até o momento (14.45 e 14.25 pontos). Jean pega o mexicano Raul Noyola, o havaiano Jordy Brough e o aussie Joel Fitzgerald.
 
Entre os juniores, Adriano aguarda a disputa do terceiro round, onde enfrenta o norte-americano Sean Taylor e os havaianos TJ Barron e Daniel Jones. O jovem brazuca é o dono da maior nota, 8.25, e da maior somatória, 14.50.  
 
O WQS feminino ainda não começou. A catarinense Jacqueline Silva é a única representante brasileira no evento, aparecendo como cabeça-de-chave nas oitavas-de-final junto com a norte-americana Julia Christian, que resolveu desafiar os homens e se deu mal, perdendo de primeira para seus compatriotas Brandon Tipton, Matt McDonnell e Zander Morton.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.