Meninas inauguram disputas

A terceira etapa do WCT teve início nesta segunda-feira com a primeira rodada do feminino, em ondas de 1 metro na temida bancada de Teahupoo, Tahiti, palco do Billabong Pro 2006.

 

Ainda no aguardo da chegada de um novo swell, a organização decidiu começar a prova com a disputa do feminino.

 

Uma nova chamada será feita às 12 horas (19 horas no Brasil) para avaliar as condições do mar e se for o caso iniciar o masculino.

 

Uma das surpresas das primeiras disputas foi a derrota da peruana Sofia Mulanovich na segunda bateria, vencida pela norte-americana Julia Christian, com a australiana Rebecca Woods em segundo lugar.

 

A cearense Silvana Lima, quinta colocada nas etapas da Austrália e Fiji, estréia na quarta bateria com a hexacampeã mundial Layne Beachley e a também australiana Serena Brooke.
 
E a catarinense Jacqueline Silva enfrenta na disputa seguinte a atual campeã mundial Chelsea Georgeson e a havaiana Keala Kennelly, atleta que conquistou mais títulos no Tahiti.

 

Diferente da categoria masculina, na feminina as duas primeiras colocadas em cada bateria avançam direto para a terceira fase e só a última segue para a repescagem.

 

Para obter mais informações, visite o site aspworldtour.com ou billabongpro.com .

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)