A paulista foi a única brasileira Cláudia Gonçalves que competiu na categoria Feminina do US Open, que rola em Huntington Beach, Califórnia (EUA).

 

Em sua primeira participação numa etapa do WQS nos Estados Unidos, Claudinha derrotou três norte-americanas na quinta e penúltima bateria na quarta-feira.

 

Na briga pela segunda vaga, Lindsey Baldwin superou Kira Sheppard e Sarah Hoffert.

A guarujaense está escalada na nona bateria da segunda fase, com a havaiana Rochelle Ballard e as australianas Yvonne Byron e Sheridan Shields.

 

A catarinense Jacqueline Silva e a cearense Silvana Lima, quinta colocada no ranking WQS, fazem parte da lista das cabeças-de-chave que já entram na segunda fase. Jacqueline, que ocupa a 12a. posição no ranking e ficou em quarto lugar na etapa em 2004, está na segunda bateria com as australianas Kim Wooldridge, Carly Smith e Nicola Atherton.

 

Silvana Lima, atual campeã brasileira, pega a havaiana Melanie Bartels, a norte-americana Falina Spires e a australiana Lyndsay Noyes. A atual campeã mundial do WCT, a peruana Sofia Mulanovich, não está competindo e as três brasileiras são as únicas representantes da América do Sul no US Open of Surfing 2005.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)