Meninas arrebentam em G-land

As bodyboarders brasileiras Karina Mattos, Alexandra Kagaya, Luciana Figueiredo e Roberta Romano estiveram na ilha de Java, mais especificamente em G-land, uma das mais pesadas e perfeitas ondas da Indonésia.

 

Elas foram representar o bodyboard durante o importante campeonato de surfe que rolou do dia 09 a 15 de setembro.

O evento foi um dos mais importantes da temporada e nossas atletas tiveram exatamente uma hora para dar um show de bodyboard.

 

O time brasileiro teve uma grande responsabilidade pela frente, já que o campeonato rolou com um swell de oito pés, presença de toda midia especializada, tanto local quanto internacional, e teve patrocínio do governo de Jakarta, que esta custeou toda a trip.

Vale ressaltar que este patrocinio, é resultado da intensa dedicação de Karina Mattos, a gata que mais luta pelo espaco do esporte em Bali.

 

Na abertura do campeonato rolou a nossa apresentação. Acordamos cedo, Leila Alli, Karina Mattos, Bea Moraes, Roberta Romano, Alexandra Kagaya e eu, e depois do café da manhã fomos para a praia. Lá rolou a cerimônia tradicional em homenagem ao evento.

 

Lá estavam reunidos todos os organizadores, atletas e o governo de Java, afinal aquele foi um grande momento para a história da Indonésia. A cerimônia aconteceu sob a linda melodia javanesa, incrementada com a sagrada Wave dance, uma mística e linda dança realizada por locais, bem no costume dos javaneses.

 

Nossa grande surpresa começou no momento que as dançarinas trouxeram nas mãos um bodyboard. A partir daí tivemos nosso espaço nitidamente marcado e valorizado também. 

 

Logo após, Karina Mattos foi chamada para receber das mãos do prefeito de Java, a prancha que estaria representando o primeiro contato direto entre o esporte e o governo local.

 

Depois de toda a confraternização religiosa e politica fomos para a água, realizar a segunda parte de nossa missão, surfar uma das melhores ondas do mundo sem o crowd usual, mostrando para todos ali presentes o que realmente significa Bodyboarding.

 

Esta com certeza foi a parte mais divertida da missão, estavamos quase sozinhas no pico e tivemos tempo e oportunidade de escolher as melhores ondas.

 

Depois de uma hora de alguns tubos, rolos e outras demonstrações radicais em G-land, nosso “surfer girl team” deixou o pico no barco do evento e fechou com chave de ouro a primeira grande conquista de nosso esporte neste paraiso que, até então, so conhecia o surf.

 

É isso aí, é botando para baixo que vamos por o nome do bodyboarding lá em cima!

 

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Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.