Matadeiro faz a cabeça

O surfista catarinense Guga Arruda, que já iniciou as produções de seu segundo filme, ligou para mim logo pela manhã da última quinta-feira dizendo que há três dias um pico no Sul da ilha apresentava condições perfeitas.

 

Ele estava testando algumas pranchas, que por sinal renderam muito bem.

 

Com isso,  poderíamos captar boas imagens para seu novo filme.

Chegamos por volta das 15 horas devido o trânsito terrível em Floripa.

 

Mesmo com a demora valeu a pena, pois as condições estavam excelentes para manobras radicais: o vento terral fraquinho deixou as ondas pedindo para apanhar.

Chegando lá, o pequeno local Cauê Wood, que disputará o primeiro campeonato de surf em piscina no interior de São Paulo, já estava na água com seu amigo Pedro Husadel.

 

Os dois surfaram muito bem, com uma linha muito radical, e mais pareciam gente grande.

Guga logo tratou de entrar na água e começou a dar seu show particular, impressionando surfistas e turistas presentes na praia. Rasgadas, aéreos, lay backs, entre outras manobras radicais, renderam um bom material para o filme – em pleno verão brasileiro.

 

Antes de escurecer, peguei uma das pranchas de Guga e consegui pegar excelentes ondas. Quando saímos da praia já estava escuro e estavámos com aquela ótima sensação de dever cumprido e estigados para a próxima trip.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

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Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.