Locais dominam Pipeline

 

Jamie O´Brien totaliza 18.86 pontos na primeira fase do Rip Curl Pro Pipeline Masters 2006. Foto: ASP / Covered Images.

A primeira rodada do Rip Curl Pipeline Masters 2006 foi realizada neste domingo, em ondas tubulares de até 2,5 metros em Banzai Pipeline, Hawaii.

 

Válida como a última etapa do WCT, a prova distribui US$ 260 mil em prêmios e tem prazo de encerramento até 20 de dezembro.

 

As melhores atuações do dia ficaram por conta dos locais Bruce Irons e Jamie O’Brien.

 

Bruce comandou o show com uma nota 10 e ainda fez um 9.90 para registrar o incrível somatório de 19.90 pontos em vinte possíveis.

 

 

Bruno Santos justifica o convite e vence bateria em Pipe para avançar para o terceiro round. Foto: Aleko.

O’Brien também fez bonito no quintal de casa. 
Campeão da prova em 2004, o local voltou a mostrar porque é considerado um dos melhores surfistas em Pipe e registrou 18.86 pontos.

Ele somou notas 9.63 e 9.23, dando-se ao luxo de descartar 9.17, 9.13 e 8.07. De quebra, deixou o octacampeão mundial Kelly Slater na segunda posição.

 

Slater teve 9.47 e 7.67 no somatório e bateu o australiano Trent Munro e o convidado taitiano Heiarii Williams.

 

Entre os brasileiros, Peterson Rosa e Bruno Santos avançaram para o terceiro round. Paulo Moura, Pedro Henrique, Marcelo Nunes e Yuri Sodré disputam a repescagem. 

Por outro lado, os atletas Adriano Mineirinho e Victor Ribas estrearam em quarto lugar e estão eliminados.

 

Na primeira bateria do dia, Peterson totalizou 14.17 pontos para superar o havaiano Randall Paulson (3o) e os australianos Dean Morrison (2o) e Toby Martin, quarto colocado.

 

Bruninho entrou em ação nona bateria e mostrou intimidade com os canudos de Pipe. Com notas 7.17 e 6.10, ele deixou o também convidado Rob Machado em segundo e os australianos Mick Fanning e Daniel Wills nas demais posições.

 

Uma nova chamada será realizada às 7h30 (15h30 em Brasília) desta segunda-feira para avaliar as condições do mar.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.