Lembranças de um big rider

Sempre sorrindo, Malik me levou junto com seu irmão Teiva para surfar Haapiti e Tame, duas ondas famosas na ilha de Moorea – onde eles cresceram.

 

Ele também foi o cozinheiro. No café-da-manhã preparou um Poison, espécie de peixe servido cru com leite-de-côco, cebola e alguns legumes. Muito bom, diga-se de passagem.

 

Sempre muito brincalhão e com um bom humor indescritível, ele fazia qualquer um rir. Malik era também muito inteligente e tive a oportunidade de vê-lo criar seu próprio website (Malikjoyeux.com).

 

Malik também gostava de editar suas filmagens e construiu sua caixa estanque com materiais comprados em uma loja de construção.

 

O tahitiano tinha uma performance em Teahupoo fora do comum, sempre mostrando versatilidade nos tubos do quintal de casa.

 

Foi lá que ele pegou um dos maiores tubos já surfados no Tahiti. Em sua última temporada, ele surfou com uma prancha 5’0 Timpone (The Bomb) as ondas de Teahupoo.

 

Já em Haapiti, em ondas de 3 a 4 pés, mandava aéreos 360º e manobras impressionantes. Malik possui algumas temporadas havaianas no currículo, bem como viagens à Austrália. Por onde passou fez diversas amizades com sua simpatia e o sorriso sempre estampado no rosto.

 

Ele venceu o Billabong XXL na categoria “Melhor Tubo” na temporada 2003/2004, com uma bomba em Teahupoo. Neste ano sua última façanha foi ser rebocado também no Tahiti pela força do vento, graças à ajuda de Teiva, kitesurfista profissional e companheiro na aventura.

 

Quero lembrá-lo como um grande surfista, amigo, carismático, feliz e sempre brincalhão.

 

Que Deus o abençoe, Malik de todos os brasileiros que tiveram a oportunidade de conhecê-lo!

 

Clique aqui e confira a galeria de fotos da session em Pipeline

 

Clique aqui e confira fotos de Malik tiradas por Vitor Marçal no Tahiti

 

Clique aqui para ver a galeria de fotos em homenagem a Malik Joyeux (31/03/80 – 02/12/2005)

 


 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.