ALAS Tour

Latinos duelam no Rio

Ernesto Nunes é um dos representantes brasileiro no Rio Latin Surf Pro. Foto: Divulgação.

Com o apoio do governo do estado do Rio de Janeiro, a Prainha (RJ) recebe entre os dias 6 e 8 de julho, o Rio Latin Surf Pro, evento nível 6 estrelas válido pelo ALAS Latin and Caribbean Tour.

 

O evento pode ser chamado de um pan-americano de surf, pois conta com a participação de 128 surfistas de 15 países da América Latina na briga pelo primeiro lugar e pelos pontos no ranking.

 

O campeonato será disputado nas categorias Masculino e Feminino.

 

Após cinco anos fora do cenário mundial, o Rio volta a sediar uma competição internacional de surf. A premiação da etapa brasileira será a maior do circuito na temporada.

 

A argentina Agostina Pellizzari é a atual líder do ranking feminino. O peruano Sebastian Allarcon e o argentino Martin Passeri lideram o ranking do circuito latino americano de surf e já confirmaram presença na etapa brasileira.

 

O pernambucano Ernesto Nunes é o brasileiro mais bem colocado. Ernesto venceu a quarta etapa do circuito, disputada em Montañistas, no Equador, e atualmente ocupa o quarto lugar no ranking.

 

“Está é uma competição que gosto de disputar, estou treinando bastante, vou competir no Brasil e quero fazer uma boa apresentação”, diz Ernesto.

 

O campeonato promove também uma campanha de arrecadação de alimentos, roupas, brinquedos e cobertores que serão doados a uma instituição de caridade.

 

O circuito latino-americano começou a ser disputado em 2002. No seu primeiro ano, o circuito contou com apenas quatro etapas. Em 2007 serão disputadas 14 provas em vários países da América Latina.

 

A Associação Latino Americana de Surf (ALAS) surgiu em 1998, em El Salvador, e tem entre seus filiados as Federações de surf dos países latino-americanos. Em 1999, em Mar del Plata, na Argentina, foi determinado que o objetivo da ALAS é difundir o surf na América Latina.

 

O evento tem o patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, através da Secretaria de Esportes, e conta com o apoio das lojas 2Surf e da Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (FESERJ), e faz parte do calendário oficial da Associação dos Surfistas Amigos da Prainha (ASAP).

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.