Marco Giorgi

Lado B do Hawaii

Ir ao Hawaii em novembro é estranho. Dá pra ver que não é a época certa – muito vento, um swell em cima do outro, algo estranho, sei lá. Dá pra perceber as tempestades tentando chegar, mas ainda com pouca força.

Aí, fico vendo as fotos e vídeos dos meus amigos que ficaram em janeiro e fevereiro. Penso “PQP!”. Altas ondas, tubos perfeitos, sol, menos crowd e locais menos famintos.

Mas é assim… Na verdade já sabia disso tudo – isso é o pior -, mas com toda a mídia por lá, e tudo mais, é difícil não ir na época de arraso, e por isso este vídeo de arrasos.

Não tenho medo de mostrar que minha temporada foi uma merda. Às vezes é assim – nem tudo é vitória -, mas mesmo assim saio rindo disso tudo e feliz.

 

No fim das contas, a vida é boa, e está difícil ficar melhor que isso! Este video mostra um pouco dos dias sem fim, sem onda e com vento, quando o skate, o Playstation e alguns pulos da pedra de Waimea deixavam o corpo e a mente sãos.

 

Foto de capa Tony Roberts

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)