Kleber Cruz é revelação no circuito brasileiro

Kleber Cruz, 22 anos, local da de Itanhaém (SP), surpreendeu ao obter a quinta colocação no Petrobras Longboard Festival disputado na praia da Macumba. Confira um bate bola rápido com este longboarder e uma galeria de fotos com seus melhores moments.

 

Qual o pico que você costuma treinar?

 

Treino em Cibratel 1 onde tem ondas mais cavadas longas e na Prainha dos Pescadores em Itanhaém.

 

Qual a sua manobra favorita?

Floater passando a parte crítica da onda.

 

Como foi seu iniciou no surf e começou a surfar de longboard?

 

Comecei a surfar aos 7 anos com o prancha do meu irmão mais velho. Aos 17 comecei a brincar na marola com o longboard do meu irmão ai fui pegando o jeito e gosto pela modalidade.

 

Você ainda surfa de pranchinha também?

 

Sim, não larguei minha pranchinha, pois pretendo dar trabalho na categoria master no futuro.

 

Quais foram as suas referências nacionais e internacionais?

São várias, para citar alguns no Brasil tem tem o Marcelo Freitas, Jaime Viúdes e o Olimpinho. Entre os gringos tem Joel Tudor e o Kekoa Uemura. O Joel é o melhor do mundo na minha opinião.

 

Quando iniciou nas competições e quais foram os seus melhores resultados?


Comecei a competir de longboard em 2000 quando tinha 18 anos. Meu melhor resultado

foi a quinta colocação na etapa do circuito brasileiro profissional na praia da Macumba, no Rio de Janeiro. No ano anterior havia a segunda colocação no circuito local de Itanhaém.

 

Quais os seus planos na categoria? Você está conseguindo apoio?

Minha meta é ficar entre os 16 melhores do circuito brasileiro profissional este ano para obter vantagens de pre-classificação no circuito em 2005. Sonho em conquistar uma vaga para o ISA Games. No momento não tenho patrocínio tá DIFÍCIL como diz o nosso amigo

Carlos Bahia… no momento conto com a ajuda das empresas com a Oldem Photo e Andes Montagens Indústriais para inscrições e refeição. O Luiz

Bocão da Atona faz minhas pranchas. O Jornal High Tide de Mongaguá e o meu irmão Platão ajudam na divulgação do meu trabalho.

 

O que vc  acha da questão Clássico X Radical ?


Embora eu me considere um longboarder clássico, acho o radical algo inovador na categoria e só tem a agregar mais beleza. Aéreos como os de Phil Razmam são lindos e impressionantes.

 

Qual a sua rotina de treinamento?


Surfo 3 vezes ao dia e procuro sempre participar das aulas da escolinha de surf de Itanhaém com os professores Marcelo ?Papel? e Rogério ?Hemam? ambos juizes da Federação Paulista de Surf. Faço musculação com meu irmão Douglas, ando de bike todos os dias e analiso as gravações de minhas baterias para corrigir os meus erros e melhorar mais meu estilo, postura, posicionamento no mar etc… Tembém brinco com meu skate longboard.

 

Qual foi a bateria mais emocionante  que vc participou até hoje?

 

Foi na semifinal da segunda etapa do paulista amador, o mar não estava muito constante e eu estava precisando de uma nota 4,25 para passar. Faltando pouco mais de um minuto par ao término peguei uma boa direita e passei com  Adriano ?Alemão?  para final. O Jaime Viúdes e o Carlos Bahia também estavam na bateria e vieram me dar os parabéns, uma atitude integra de um pessoal que sabe ganhar e perder.

 

Como você encara uma bateria com grandes

nomes do longboard como Picuruta, Amaro, Paulo Kid, Jaime Viúdes e outros?

Eu procuro me sentir à vontade, pois eles não mordem… São apenas competidores experientes. Sempre entro na bateria decidido a vencer, tenho muito respeito e admiração por todos.

 

Qual a sua inspiração para o surf?


Os meus bons resultados e minhas duas filhas Jéssica e Gabriela. 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.