Kiko encara morra em Itacoá

No último dia 10, um big swell invadiu as regiões Sul e Sudeste do Brasil.

 

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Acompanhado pelo videomaker Jack?s Nery e o fotógrafo Fedoca Lima, parti às 5 horas da matina rumo a Itacoatiara.

 

Meu objetivo é dropar uma onda maior à que encarei em abril deste ano, pois quero levar o prêmio oferecido pela Greenish para a maior onda surfada no Brasil.

 

Ao chegar lá, nos deparamos com morras variando entre 8 e 10 pés. Não vacilei e fui pra dentro da água. Surfei duas boas com cerca de 8 pés e uma de 10 pés.

 

Mas, por volta das 11 horas, dropei a maior onda da minha vida no Costão. Só quem é de lá sabe o que significa descer uma morra com 12 pés, chegando aos seis metros de face.

 

Fui massacrado e levei um belo caldo. Mas, compensou porque foi a melhor onda que dropei no Brasil. Os fotógrafos e cinegrafistas também ficaram chocados com o momento em que ela me sugou para jogar o lip e depois explodiu. Tive que segurar muito bem a prancha para não cair até o final do drop.

 

Para completar, surfei mais quatro ondas neste dia, mas nenhuma foi tão animal quanto essa morra. O mar estava muito difícil e com bastante correnteza. Tive de ir me acostumando aos poucos. Em um momento, achei que não conseguiria sair da água, pois o mar crescia a cada minuto. Depois, foi diminuindo e tudo deu certo.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.