Jihad Kohdr quer o título do Pro Júnior

O surfista Jihad Kohdr tenta conquistar o título do Billabong Pro Júnior, que começa nesta sexta-feira (27/09), na Ilha do Mel.

 

O evento oficial da Association of Surfing Professionals (ASP) define o campeão sul-americano profissional sub-21.
       

Apesar de ser de Matinhos, Jihad considera a Ilha do Mel, paraíso ecológico totalmente preservado, como o ?quintal de casa?.

 

?Quero muito vencer um campeonato profissional no meu Estado. O Peterson e o Maicon (Rosa) não conseguiram e eu quero quebrar este tabu. Quero ser o campeão Pro Júnior?, disse o surfista de 19 anos.

 

?A Ilha do Mel é um dos lugares que mais gosto de competir e surfar. Quando não tem onda em matinhos, sempre tem na Ilha. Estou amarradão, porque vai vir muita gente, que não conhece a Ilha e vai ficar de bobeira com o astral, o visual e, principalmente, as ondas?, acrescenta Jihad.

 

?Na Ilha do Mel tudo é show. Desde o embarque nas travessias, que duram 30 minutos de puro visual no Canal da Galheta, seguindo pelas caminhadas, as praias e as pousadas?, comenta com orgulho o competidor.

Kohdr é o vice-líder do ranking. Na etapa de abertura, realizada no litoral norte de SP, ele foi responsável por uma disputa memorável com o pernambucano Bernardo Pigmeu.

 

O surfista, que é considerado o sucessor do tricampeão brasileiro Peterson Rosa, não levou o campeonato por menos de meio ponto, mas deu uma verdadeira demonstração de surf radical.
       

A competição, que tem o patrocínio da Nutry, da Nutrimental, vai reunir cerca de 100 competidores de todo país, que estarão disputando uma premiação de US$ 5 mil para os oito melhores da etapa, além de mais US$ 1,5 mil para o campeão do ranking e dois prêmios extras de R$ 500, a Back Wash Air Show e a Condominium Best Wave para o melhor aéreo e a maior nota do final de semana. 

 

Junto com o Pro Júnior, será realizado o Billabong Girls, campeonato exclusivo para mulheres, válido pelo ranking brasileiro Super Trials, com R$ 5 mil em premiação.
 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)