Surf na selva

Jets embaçam pororoca no Pará

O crowd de jet-skis impediu neste sábado a realização das baterias da segunda etapa do circuito brasileiro de surfe na pororoca, que acontece em São Domingos do Capim, Pará.

 

O longboarder Rafael Sobral, webmaster do Waves, estréia em missão na selva e ligou para informar as novidades deste sábado.

 

O campeonato começou na última sexta-feira e só houve uma bateria, vencida pelo cearense Adilton Mariano, o rei da pororoca, contra o paraense Rogério Barros.

 

Neste sábado, os jets crowdearam a pororoca e não houve condição de tráfego e segurança na bancada da Ilha do Toio, tornando o surfe impraticável.

 

Segundo Sobral, o maranhense Marcelo Suru surfava a pororoca e por muito pouco não foi atropelado por um jet que veio por trás da marola. “A situação estava parecendo um rally”, disse o longboarder santista.

 

Por isso foram canceladas as duas baterias previstas, envolvendo Suru e Sandro Rogério (PA); Sergio Roberto (PA) e Rodrigo Barros (PA).

 

Na falta de condições para a prática do surfe houve uma exibição de canoa havaiana. Além dos “kahunas” da pororoca nacional, uma outra atração da prova é a presença do legend carioca Rico de Souza no safari da pororoca.

 

 

 

 

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De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.