
A terceira fase do OP Pro Hawaii 2006 foi concluída neste domingo, em ondas de meio metro e séries pouco maiores em Haleiwa, North Shore de Oahu, Hawaii.
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Válida como a 42a etapa do WQS, a prova tem nível 6 estrelas e distribui US$ 125 mil em prêmios.
Quinze brasileiros entraram em ação e sete seguiram na briga em Haleiwa. Ainda neste domingo, a direção da prova promove as oito primeiras baterias do quarto round.

Na terceira fase, destaque para as belíssimas apresentações de Bernardo Pigmeu, Willian Cardoso, Simão Romão e Pablo Paulino, autores das maiores pontuações.
Também avançaram na prova os atletas Hizunomê Bettero, Jean da Silva e Heitor Alves.
As baixas foram Júnior Faria, Jano Belo, Tânio Barreto, Renato Galvão, Guilherme Herdy, Bruno Santos, André Silva e Heitor Pereira, autor de uma interferência no início de sua bateria.
Jean da Silva foi o primeiro brazuca a cair na água. Com 10.74 pontos, o catarinense bateu o australiano Leigh Sedley, o havaiano Randall Paulson e o neozelandês Jay Quinn.
No confronto seguinte, o carioca Simão Romão descolou notas 8.00 e 5.67 para superar o paraibano Jano Belo (3o) e os australianos Dion Atkinson (2o) e Shaun Gossmann.
Depois das eliminações do paulista Heitor Pereira e do carioca Bruno Santos nas quarta e quinta baterias, a torcida brasileira comemorou a suada vitória do cearense Heitor Alves no sétimo duelo da rodada.
Numa bateria com pouquíssimas ondas, Heitor precisou de apenas 4.33 e 2.07 para avançar em primeiro, deixando o sul-africano Jordy Smith em segundo, o porto-riquenho Brian Toth em terceiro e o havaiano Jason Shibata, que pegou apenas uma onda, em quarto.
Guilherme Herdy, na oitava bateria, e Tânio Barreto, na nona, deram adeus ao OP Pro em Haleiwa. No 10o confronto, o catarinense Willian Cardoso arrepiou de backside e foi premiado com notas 7.5 e 7.1. Na briga pela segunda vaga, o norte-americano Asher Nolan levou a melhor sobre o aussie Nick Coghlan e o paulista Júnior Faria.
Uma dobradinha verde-amarela tomou conta de Haleiwa na 13a bateria. O pernambucano Bernardo Pigmeu e o cearense Pablo Paulino despacharam o australiano Matt Wilkinson e o espanhol Pablo Gutierrez.
Pigmeu comandou as ações e obteve notas 8.83 e 7.67 para totalizar o maior somatório da prova, 16.50 pontos em vinte possíveis. Pablo demorou a entrar em sintonia com as ondas, mas reagiu nos instantes finais e arrancou a maior nota do OP Pro até o momento, 9.57 pontos.
Na 14a bateria, o paulista Hizunomê Bettero avançou atrás do havaiano Flynn Novak, deixando o espanhol Aritz Aranburu em terceiro e o australiano Jock Barnes em quarto.
Duas derrotas encerraram a participação brasileira na terceira fase. O paulista Renato Galvão amargou a quarta posição na 15a bateria e o cearense André Silva perdeu em terceiro no 16o e último confronto da rodada.
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