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Jadson imbatível em Itaúna

O potiguar Jadson André apostou nos aéreos para vencer sua bateria de estreia no WQS Prime que rola em Saquarema (RJ). Em 20o lugar no ranking unificado, Jadson está numa situação mais tranquila, com a vaga garantida no pelotão de elite neste segundo semestre. Mas, os bons resultados não acomodam o jovem potiguar.

Muito pelo contrário, ele é um dos mais pilhados. Hoje, caiu na água por volta das 6 da matina. “Fiquei meia hora boiando porque não tinha nada de onda”, lembra.

À tarde, com a reação do mar, estreou na quinta bateria. Conquistou o primeiro high score (9,17) ao mandar um floater e, em seguida, um aéreo rodando muito alto. Na outra onda, mandou logo seu cartão de visita. Um aéreo na primeira manobra, seguido por vários cutbacks até a beira para somar um 9,03 – conquistando assim o placar de 18,20 pontos – de 20 possíveis.
 Teve ainda uma nota 8.63 para descartar.

“A condição nem está muito boa para os aéreos porque o vento está de lado, ao contrário das esquerdas. Mas a prancha (do shaper Ricardo Martins) é mágica e estou confiante. Tem um jeito especial de mandar os aéreos quando o vento está assim. É só deixar a prancha acompanhar o vento e a onda. Deu tudo certo e estou muito feliz por começar bem o campeonato”, afirma.

Ao contrário do que acontece com muitos atletas, que chegam à competição sem suas pranchas (geralmente extraviadas), Jadson tem boa parte do quiver do ano à disposição em Saquarema. “Acabei de pegá-las e já tenho as pranchas para as próximas etapas do WT”, explica.

Após passar pela etapa carioca do Tour sem um resultado expressivo, chegou à Saquarema determinado a fazer pódio. “Este é um evento muito importante pra mim. Além de ser Prime é uma etapa promovida pelo meu patrocinador. Quero fazer um belo resultado aqui”.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.