Interferência embaça Bruninha no Paranaense

E aí galera!

 

Acabei de voltar do Campeonato Paranaense em Guaratuba e fui muito mal nessa etapa, pois fiz uma interferência na primeira bateria.

 

Mas, mesmo com essa interferência computada, estava passando em primeiro lugar e, para meu azar, faltando 22 segundos as duas competidoras viraram em cima de mim. E eu saí fora.

 

Campeonatos são assim mesmo, uns ganham, outros perdem. E estou aprendendo a lidar com os dois: vitórias e derrotas.

 

Agora vou me concentrar para o Petrobrás Feminino no Rio. Primeiro, vou pra São Paulo na feira de surf. Essa feira acontece uma vez por ano e é importante para os atletas, pois ficamos em contato direto com nossos patrocinadores. E também é muito legal, pois  eles fazem exposições de novos produtos.

 

E depois vou para o Rio. Chegando lá vou me encontrar com a Claudinha e pretendo ficar com ela durante todo o tempo.  Já faz um tempão que eu não a vejo e estou morrendo de saudades.

 

É isso aí galera, já está tarde e eu vou dormir, pois se Netuno quiser amanhã pintarão altas ondas no pico e eu quero cair bem cedo.

                           

Tchau, tchau…

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

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