Gabriel Pastori

Indonésia ao quadrado

Este ano, mais uma vez tive experiências incríveis no lugar que considero o melhor do mundo. Desde de 2006 vou para a Indonésia, e este ano, pela primeira vez, tive a oportunidade de voltar duas vezes para lá na mesma temporada.

Passei os meses de abril e maio, quando a temporada ainda estava começando, e acabei de voltar de um trip que fiz durante os meses de outubro e novembro.

Em ambas as viagens eu já sabia que o crowd não seria tão intenso quanto no auge da temporada. O meu medo era das ondas não estarem tão boas pelo fato de estar só no começo, ou já estar no final do período, quando as ondulações teoricamente bombam.

Graças a Deus deu tudo certo. As ondas chegaram e pude desfrutar mais uma vez de algumas das fantásticas ondas que aquele país possui, na companhia de grandes amigos.

 

A segunda viagem em especial surgiu com um novo projeto. Recebi o convite de dois amigos para fazer uma viagem de baixo custo passando por diversas ilhas da Indonésia, como Asu, Nias e Mentawai, terminando a trip em Bali.

 

Ao longo desse trajeto passamos por vários perrengues, acampamos em lugares paradisíacos, comemos muito mie goreng e pegamos altas ondas. O fato de estar gastando o mínimo possível muitas vezes nos fez conhecer muito mais gente e viver experiências que dificilmente teríamos em uma viagem convencional.

 

A aventura foi registrada em todos os detalhes e vai para a televisão no início do ano que vem no Canal Off.

 

Confira nas fotos acima alguns momentos desta trip.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.