Huntington abre ISA Games

As primeiras baterias do tradicional ISA World Surfing Games foram para água neste domingo em Huntington Beach, Los Angeles, Califórnia (EUA).

 

Clique aqui para ver as fotos

 

Conhecida como as olimpíadas do surf, a competição reúne 33 países e conta com as categorias Open, Feminino, Longboard, Bodyboard Masculino e Bodyboard Feminino, além do duelo entre equipes.

 

Na abertura da prova, a organização promoveu as primeiras rodadas das categorias Longboard e Bodyboard. A grande surpresa foi a derrota do carioca Phil Rajzman no Longboard.

 

Phil foi infeliz na escolha de ondas e caiu diante do tricampeão mundial Collin McPhillips e da zebra japonesa Tsukasa Tsujishima.

 

Apesar da prematura derrota, Phil não foi eliminado da competição. Ele caiu para a repescagem e terá de disputar o dobro de baterias para chegar à final.

 

Os bodyboarders brasileiros não decepcionaram. Na primeira rodada masculina, Uri Valadão e Erisberto Abrantes venceram seus respectivos confrontos com tranqüilidade.

 

?As condições do mar estão difíceis, mas consegui achar duas ondas legais e avançar para o próximo round?, diz o baiano Uri Valadão, atual campeão brasileiro profissional e melhor brazuca no ranking mundial de bodyboard. 

 

No Bodyboard Feminino, a capixaba Neymara Carvalho entra em ação na tarde deste domingo. A bicampeã mundial encara a equatoriana Dominc Barona e a japonesa Moe Watanabe.

 

A delegação brasileira embarcou para a Califórnia com o patrocínio do Governo Brasileiro – através do Ministério do Esporte – e co-patrocínio da Tropical Brasil, Mormaii Wetsuits e Viannatour.
 
Equipe brasileira

 

Open Wiggolly Dantas (SP), Jadson André (RN), Armando Daltro (BA) e Alejo Muniz (SC)
Feminino Diana Cristina (PB) e Jacqueline Silva (SC)
Bodyboard Masculino Uri Valadão (BA) e Erisberto Abrantes (ES)
Bodyboard Feminino Neymara Carvalho (ES)
Longboard Phill Rajzman (RJ)
Técnico Otoney Xavier

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)