Olá, galera!

 

Estava vendo na previsão do Waves como as ondas estão rolando em quase todo Brasil. Mas, em Matinhos, neste último swell o mar não passou de meio metro.

 

Aprendi na escola que o Paraná tem o segundo menor litoral do Brasil. Olhando no mapa dá para notar que o litoral daqui é mais para dentro, dificultando a entrada das ondas.

 

Esta semana não vou me preocupar só com o surf. Além da escola, vou aproveitar para fazer vários exames em Curitiba. Vou me consultar com um médico da área de medicina esportiva que já cuida de mim e acompanha o meu crescimento.

 

No último campeonato que disputei, por exemplo, faltou fôlego. O meu técnico já está cuidando para que eu treine meu condicionamento físico. Também vou na dermatologista e no dentista para checar se preciso usar aparelho.

Como o Tusca me acompanha mais nos campeonatos, também vamos ter um treinador para o dia-a-dia em Matinhos. Será o Maninho, pai do Amani Valentim. Ele mora na Ilha do Mel e virá três vezes por semana fazer este trabalho comigo e com o Juninho!

 

Espero que dê resultados. Tenho ainda três etapas do brasileiro Amador, duas do Billabong Girls, quatro do paranaense e mais três do circuito Petrobras. E espero chegar ao pódio em vários campeonatos.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)