Heitor Pereira de agenda lotada

Heitor Pereira embarca para a Austrália no próximo dia 21 de março. Foto: Sickshots.com.

O guarujaense Heitor Pereira reforça o esquadrão brasileiro na última etapa da perna australiana do WQS 2007.

 

Considerado um dos melhores surfistas da nova geração verde-amarela, Heitor embarca para a Austrália no próximo dia 21 de março determinado a fazer bonito no Drug Aware Pro, etapa de nível 6 estrelas.

 

A prova rola entre 26 de março e 1 de abril. Serão distribuídos US$ 125 mil em prêmios entre os melhores colocados e 3000 pontos ao campeão, já que a prova tem status “Prime” devido à qualidade das ondas em Margaret.

 

O guarujaense é considerado um dos melhores surfistas da nova geração brasileira. Foto: Ivan Storti / FMA Notícias.

Aos 20 anos, Heitor Pereira tem como principal objetivo entrar na elite do surf mundial, o WCT.

“Não fui bem nas etapas do Brasil, mas vou me concentrar para conseguir bons resultados nas outras. Teremos muitas etapas ainda e meu foco é correr as que oferecem mais pontos”, comenta o atual campeão sul-americano na categoria Pro Junior.

 

Depois da prova em Margaret, Heitor permanece na Austrália até 12 de abril. O guarujaense vai participar de algumas trips e sessões de fotos para os patrocinadores em diversos picos do oeste australiano.

 

Os compromissos não param por aí. Da Oceania, o atleta parte para disputar as etapas de níveis 6 estrelas “Prime” em Durban, África do Sul (16 a 22/4), e Thurso, Escócia (24/4 a 1/5).

 

Em maio, Heitor Pereira pretende disputar a triagem do WCT em Teahupoo, Tahiti, e gravar imagens para a Volcom, marca que patrocina o atleta há quatro anos.

“Eu me amarro em viajar, principalmente quando vou com meus amigos. Escolhi este esporte e ele tem algumas barreiras como ficar longe da família e namorada. Sempre fico com muitas saudades, mas é assim mesmo, tem de fazer valer a pena o esforço em tudo o que faço”, conclui Heitor.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)