
O evento intitulado ”If it can’t kill you, it ain’t extreme” (Se não te mata não é extremo), idealizado pelo big rider Garret Mcnamara e seu parceiro Ikaika Kalama já está oficializado.
Durante reunião na última quarta-feira na casa de Mcnamara, cerca de 20 dos melhores tow-riders do mundo confirmaram presença no evento, que pode começar assim que o mar subir para cerca de 7 metros no North Shore da ilha de Oahu.
Confirmaram presença Makua Rothman, Ryan Rawson, Troy Allotis, Noah Jonhson, Jamie Sterling, entre outros.
O formato é totalmente inovador. Todos surfam normalmente durante cerca de três horas e são filmados por um equipe contratada. Depois, durante à noite, os próprios atletas votam a melhor performance geral, melhor tubo e melhor manobra.
Garret diz que sempre sonhou em participar de um campeonato assim, “sem politicagem”, tendo os atletas na condição de juizes. “No futuro, de jeito nenhum colocaremos patrocinadores bancando esse evento. Iremos fazer esse tipo de ‘challenge’ (desafio) ao redor do mundo também, com provas no Brasil, Tahiti e Peru. Onde houver onda grande, nossa criação vai junto”, garante o big rider.
Para fazer parte da competição, cada equipe coloca U$$ 1 mil na mesa e os vencedores dividem o montante. Garret já havia convidado Burle, Rodrigo, Eraldo e eu, mas nenhum de nós confirmou presença.
Segundo Burle, para alguns surfistas não é tão dificil colocar US$ 1 mil no campeonato. “Mas, para nós R$ 3 mil não é fácil”. Eu também acho, afinal temos que nos deslocar de bem longe. Desta maneira, nossos custos são bem diferentes dos que moram aqui.
Mas, de qualquer maneira, torcemos pelo sucesso dos atletas e todos estão de parabéns pelo iniciativa de lançar esse evento pioneiro.