Guilherme Decanini curte temporada no Hawaii

O surfista Guilherme Decanini, 18 anos, local de Mongaguá (SP), passou 40 dias, no início do ano, no Hawaii.

Essa foi a primeira viagem do surfista para o exterior.

Guilherme é o atual campeão da categoria Júnior do circuito Litoral Sul e figurou entre os Top 16 do Circuito Brasileiro no ano passado, além de ser o vice-campeão Brasileiro na categoria Kneeboard.

Ele ficou numa casa alugada de frente para a praia em Sunset, no North Shore havaiano, e surfou diversos dias com boas ondas.

Decanni ainda conferiu dois eventos alucinantes, o Quiksilver In Memory of Eddie Aikau, realizado em Waimea, e a última etapa do Super Tour de Bodyboard, vencido pelo brasileiro Guilherme Tâmega.

Ele viajou com o surfista Heitor Pereira no dia 05/01 e permaneceu no arquipélago até 15/02. Eles surfaram picos como Pipeline, Sunset, Waimea, Backdoor e Off the Wall.

“Saímos todos os dias na “jubiraca” que alugamos procurando as ondas. Mas igual a Pipe não tem. É muito irado, muito forte”, conta o surfista.

Guilherme conta atualmente com o patrocinío do shaper Petrônio Lucas, da Tenan Surfboards, e viajou com um quiver composto por pranchas 6’3”, 6’10” e 7’6”.

“Usei pranchas estreitas com rabeta round pin. Elas proporcionam boa remada e são ideais para ondas fortes”, explica ele.

Neste ano, o surfista pretende disputar as etapas do Brasileiro Amador na categoria Júnior e também no Knneboard.

“A categoria Kneeboard é dificílima, porque para ganhar do Sérgio Peixe, atual campeão mundial da categoria, é muito difícil. Pretendo também disputar o Circuito Universitário (ele cursa o primeiro ano de Marketing na Faculdade Anhembi-Morumbi)”, explica. O objetivo do surfista é conseguir uma vaga na equipe da faculdade.

Guilherme viajou para o Hawaii com o patrocinío da surfwear Tavarua, mas quando voltou recebeu a notícia de que tinha sido dispensado pela marca.

Agora, o atleta está na busca de um novo patrocinador para disputar os principais eventos em 2002.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.