Na última terça-feira (15/6), dia da estréia da seleção brasileira na Copa, tive uma folga no trabalho e fui surfar no Guarujá, litoral Sul de São Paulo.
As ondas quebravam com até 2 metros e boa formação. Não havia quase ninguém na água. O sol brilhava forte e o vento terral soprava fraco. Muitas vezes o paraíso está mais perto do que imaginamos.
Surfei por quase duas horas. É verdade que as condições no Brasil raramente se assemelham às encontradas na Indonésia, Tahiti ou Maldivas, mas um dia como esse, pode ser tão especial quanto os proporcionados nestes lugares.
Para completar, o Brasil ganhou da Coréia do Norte. Tudo bem, não convenceu, mas venceu. Que dia!





