O primeiro dia do Madeirite Trópico neste sábado na praia da Guarita, Torres (RS), foi marcado por reencontros e resgate da história do surf no Rio Grande do Sul.
Debaixo de chuva, 63 atletas surfaram como fizeram no passado, utilizando pranchas da década de 1980 modelos de Simon Anderson.
O dia fez com que o tempo voltasse na beira da praia da Guarita até os anos 60. O encontro de culturas e gerações diferentes proporcionou uma confraternização em celebração ao surf.
Atletas que marcaram época por serem destemidos e encararem ondas em cima de pranchas feitas de madeirite estiveram presentes no evento. Alguns aproveitaram para treinar com as pranchas que serão utilizadas nas baterias do domingo.
Neste domingo também será realizada, a partir das 9 horas, as baterias Pais e Filhos, seguido das Décadas 60 e 70, exibição Madeirite, e dos campeões da Taça Trópico.
Nestas baterias os primeiro a surfarem no estado refazem as principais finais dos campeonatos gaúchos de suas décadas.
Depois de todas as baterias, serão conhecidos os atletas que obtiveram as maiores médias do Madeirite Trópico e as premiações de todas as categorias. Todos os surfistas que participarem do evento recebem um troféu.
A insistente chuva que caiu neste sábado na cidade de Torres não tirou o ânimo dos participantes e do público que prestigiou o Madeirite Trópico. Pelo menos mil pessoas passaram pela área do evento aproveitando cada uma das conveniências oferecidas na beira da Praia.
Travessia stand up A travessia de stand up paddle marcou o inicio do Madeirite Trópico na manhã deste sábado, nos Molhes, Torres (RS).
Dezessete atletas remaram da beira do Rio Mampituba até a praia da Guarita, enfrentando ondas fortes, correnteza de Nordeste e a água gelada, características das praias do Rio Grande do Sul.
Para realizar o resgate histórico não poderia ser diferente, condições adversas marcaram a travessia. A chegada dos integrantes na beira da praia foi emocionante, todos foram recebidos pela organização do evento com colares havaianos.