Gatinhas escracham em Blue Crush

Outro big rider de renome, Brock Little, auxiliou nas filmagens de Blue Crush. Foto: Ricardo Macario.

Rochelle Ballard (esq) e Keala Kenelly durante a gravação do filme Blue Crush. Foto: Ricardo Macario.

Blue Crush é um dos melhores filmes de surf produzidos em Hollywood. Foto: Divulgação.

Será lançado no próximo dia 16 de agosto nos cinemas dos EUA o longa-metragem ?Blue Crush?, uma aventura romântica toda baseada na vida de três garotas surfistas que moram no Hawaii.

 

A história se passa em Oahu, onde Anne Marie, uma surfista inverterada (vivida pela atriz Kate Borsworth), vive com mais três amigas, entre elas sua rebelde irmã mais nova. O grande objetivo da surfista é disputar o Pipe Masters, tradicional campeonato que acontece todos os anos em Pipeline.

 

Para isso, Anne acorda todos os dias antes do amanhecer para pegar ondas e treinar. Ela trabalha num hotel para pagar as contas e vive uma vida tranqüila no cenário do surf, até o aparecimento de Matt Tollman (Matthew Davis), um jogador de futebol americano que balança a vida da garota à medida que ela se apaixona pelo rapaz.

 

O filme inclui muitas cenas de ação nas poderosas ondas havaianas, com pitadas de aventura e romance típicas dos filmes holywoodianos. Produzido pela Universal Pictures, o longa é dirigido por John Stcokwell e tem participação das surfistas profissionais Keala Kennelly e Rochelle Ballard como dublês nas cenas de ação, além de Kate Bosworth, Michelle Rodriguez, Matthew Davis, Sanoe Lake, Mika Boorem e Faizon Love. Confira trailer do filme no TV Waves.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.