Nesta quinta-feira começa a janela de espera para a realização do Billabong Pro Teahupoo, terceira etapa do WCT que rola na perigosa esquerda de Teahupoo, Tahiti.

 

A prova distribui US$ 67,5 mil de premiação e tem até o próximo dia 16 para ser finalizada.

A campeã embolsa US$ 10 mil e 1.200 pontos no ranking.

 

Pela primeira vez na temporada as duas únicas representantes do Brasil não estrearão juntas na pimeira fase.

 

A cearense Silvana Lima, que chegou nas quartas-de-final nas etapas da Austrália e de Fiji, foi escalada na quarta bateria com a hexacampeã mundial Layne Beachley e a também australiana Serena Brooke.

 

E a catarinense Jacqueline Silva enfrenta na disputa seguinte a atual campeã mundial Chelsea Georgeson e a havaiana Keala Kennelly, surfista que conquistou mais títulos no Tahiti.

 

A outra representante da América do Sul é a peruana Sofia Mulanovich. A campeã mundial de 2004 terá pela frente em sua primeira participação no Billabong Pro Teahupoo a australiana Rebecca Woods e a norte-americana Julia Christian.

 

Diferente da categoria masculina, na feminina as duas primeiras colocadas em cada bateria avançam direto para a terceira fase e só a última segue para a repescagem.

 

A líder invicta do WCT 2006, Melanie Redman-Carr, que ganhou as finais da Austrália e das Ilhas Fiji contra a mesma Layne Beachley, estréia na terceira bateria com as também australianas Claire Bevilacqua e Nicola Atherton.

 

Para obter mais informações, visite o site aspworldtour.com ou billabongpro.com .

 

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Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.