
Anunciado como uma das atrações do …Lost Air Simulator, campeonato exclusivo de aéreos que acontece neste final de semana (21 e 22/8) na Barra da Tijuca (RJ), o floridiano Aaron Cormican teve que adiar sua vinda ao Brasil.
Ele foi uma das milhares de pessoas que tiveram suas casas atingidas pelo furacão Charley na última sexta-feira, o mais violento a atingir a Flórida em 12 anos, com ventos de até 230 km/h.
Na sua passagem, o furacão danificou as estruturas de dezenas de milhares de residências, deixando milhares de pessoas desabrigadas e 23 mortas até agora. Ainda hoje, 1.989 pessoas permanecem em abrigos do governo, enquanto 388.092 estão sem energia elétrica.

Cormican deveria ter chegado com Mike Reola, diretor da …Lost International, mas em função dos prejuízos que teve, acabou não embarcando. “Ainda temos expectativa que ele chegue neste sábado, antes do início das disputas”, disse Cristian Nillesen, gerente de marketing da …Lost no Brasil.
No total, serão 60 competidores de cinco Estados na disputa. “Vamos ter vários surfistas que costumam voar alto, shows nas ondas”, diz Adriano Teco de Oliveira, organizador do evento.
Para Marcelo “Papel” Nunes, head judge do campeonato, o critério de julgamento adotado estimula os surfistas a arriscarem o tempo todo. “Isso empolga o público. Os juizes valorizam a altura dos aéreos, o controle da prancha, ou seja, se e como o surfista consegue voltar, e a manobra feita na parte crítica da onda”, destaca.