Funboards e Evolution Boards

Funboards

É uma prancha entre 7 e 8 pés com o outline parecido com um longboard.

O funboard é uma prancha altamente funcional nas seguintes situações:

1) Aprendizagem inclusive para crianças. É um tipo de prancha indispensável nas escolinhas de surf.

2) Surfistas mais pesados que não querem surfar de longboard mas necessitam de uma prancha com boa remada.

3) Surfistas que não surfam regularmente nem mantem atividade física constante e quando vão surfar necessitam de boa remada.

4) Longboarders que querem surfar mais radical para quebrar a rotina.

5) O retorno de quem ficou alguns anos sem surfar.

Bem, deu para sentir o feeling da coisa o funboard é remada fácil, e com mais consistência e estabilidade que uma pranchinha.
Normalmente são tri-fin, e funcionam com qualquer formato de rabeta.

Evolution boards

Evolution boards é a versão mais “radical”do funboard.

O tamanho varia entre 6”8″e 8’0″ e a diferença básica em relação ao funboard está na largura do bico, que fica mais estreito e mais bicudo. Essa largura à menos deixa a prancha com menos remada que o funboard, porém com resposta muito melhor nas manobras.

É sem sombra de dúvida a melhor opção para quem tem boa habilidade e já ( ou ainda) manda umas manobras mais iradas, mas também pode ser utilizada em aprendizagem de surfistas mais leves e por mulheres.

A procura por essas pranchas tem aumentado bastante.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)