Rebeca Barros

Fuga do crowd na Indonésia

 

Cheguei à Indonésia em setembro, no final da temporada de 2012. Embarquei direto para uma boat trip para as paradisíacas ilhas Mentawaii.

 

Consegui voltar à Bali no começo de outubro, período já considerado baixa temporada e estação das chuvas e época em que há menos crowd nas ondas da região.

 

A Indonésia sempre surpreende com novas histórias para contar. O que mais me surpreeendeu nesta estadia foi a quantidades de ondas que quebram neste período do ano, além de ter a oportunidade de surfar picos como Padang Padang e Uluwatu com pouco crowd.

 

Com o conhecimento e a disponibilidade, picos como Nyang Nyang, Green Bolls, Nusa Dua, Gueguer Beach, Niko Beach, Mashroom Rocks, Black Stone, Padawa Beach, Serangan, Keramas, além de inúmeros secrets, podem ser explorados e surfados.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)