Ao lado de Greg Long (esq.) e Danilo Couto, Maya Gabeira curte a festa do Billabong XXL 2007. Foto: Arquivo pessoal.

As últimas semanas foram emocionantes!

 

Ainda no Hawaii, no último dia 10 comemorei 20 anos. De presente, nada melhor que uma semana de altas ondas e pouco crowd no
North Shore. Foi incrível, Até Waimea quebrou!

 

Surfei muito e no dia 12 estava de malas prontas. Chegou a hora de de deixar o Hawaii rumo a Los Angeles para a festa de premiação do Billabong XXL.

 

Acreditava ter boas chances, mas a verdade é que até escutar “And the winner is…” e seu nome logo em seguida, não dá para saber

qual será a sensação e nem ter certeza de nada.

Depois de treinar forte na temporada havaiana, Maya agora quer surfar Dungeous, na África do Sul. Foto: Arquivo pessoal Maya Gabeira.

Felizmente, ganhei o prêmio de melhor performance anunciado por uma grande surfista, a havaiana Keala Kennely.

Fiquei muito emocionada e feliz. Quase engasguei na hora do discurso e tive que segurar as lágrimas.

Estar na festa ao lado dos meus ídolos, e saber que foram eles, bem como fotógrafos, videomakers e editores de revistas especializadas que participaram da votação para nomear os vencedores é uma grande honra!

 

Foi uma noite inesquecível. Fiquei mais alguns dias em Los Angeles na correria, dando entrevistas, e depois finalmente embarquei para casa, no Rio de Janeiro.

Como de costume, minha família me aguardava no aeroporto e foi uma grande
alegria estar de volta! Agora, vou aproveitar para curtir a família, amigos e treinar para minha próxima viagem com destino à África do Sul, onde pretendo surfar Dungeous!

 

Também quero agradecer ao apoio de todos e, principalmente de toda a galera do site Waves.Terra. MUITO obrigada!

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

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